A Vítima

12ponto1

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    Feristes parceiro pois quiseste consumir tua aversão,
    isso resulta em comiseração, labaredas odientas e devastadoras
    Não guardes rancor, isto te desvaneia e lhe exaure
    para amargo continuar a ficar sem enchergar o ar obsceno.

    E tudo por estar em mais um dia de fúria sangrenta
    quem é vitima és tu, que não estás a pensar o certo.
    Tua eloquência admite seus atos maléficos,
    de bem-feitor que foste, fez escrúpulos de rios vermelhos

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    Onda inaladora funesta, que com um toque se espavorece,
    não crestes a refugiar tendo fé, escolhestes reino de demônios
    Tempestades de águas finas que expelem tua face,
    provoca-te espiritos sem almas que se humideci.

    Afinamento desmantelado, fogo que palha queima,
    no final ti se apaga e gemas na tua dormência
    Arrependeis do aparecer e descanse na cova de tua cabeça
    que ancora foi enquanto apoquentas.

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