Regue As Rosas

Adaíldo Borges

    Continúa después del anuncio

    Não se apresse, mesmo que seja chato esperar
    Não exagere, não perca as horas, regue as rosas para as rosas não murchar.
    Não fique fera se acaso eu me atrasar, não bata as portas
    Saia fora regue as rosas, para as rosas não murchar.

    Porque nem chove aqui fora, e seus cabelos não vão molhar
    E ela vem com eles lisos e um sorriso que é de encantar
    Não fala nada, não fala nada, nada
    Só regue as rosas, regue as rosas, regue as rosas.
    Como na pressa há certa imperfeição, quero a paciência
    A inteligência, a consciência para uma conclusão.
    Como os opostos que se atraem estou plugado em você
    Com uma força que domina e que ilumina a escuridão daquele que não quer ver.
    Refrão:
    Porque nem chove aqui fora, e seus cabelos não vão molhar
    E se ela vem com eles lisos e um sorriso que é de encantar
    Não fala nada, não fala nada, nada, só regue as rosas
    Regue as rosas, regue as rosas.
    E saímos passos lentos pelas ruas, firme no chão sem ilusão bem longe, tão longe do mundo da lua.
    A cada palavra é uma semente plantada
    Cada silêncio é o momento em que esperamos o mais esperado.

    Continúa después del anuncio

    Porque nem chove aqui fora, e seus cabelos não vão molhar
    E se ela vem com eles lisos e um sorriso que é de encantar
    Não fala nada, não fala nada, nada, só regue as rosas
    Regue as rosas, regue as rosas.

    Información de la canción

    Composición: Adaíldo Borges

    ¿Los datos están equivocados?

    Enviar revisión