Amaranto

Adeus Apolo

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    Eu sei que não há tempo, mas preciso dar um fim ao sofrimento
    Do meu rubro desalento
    Descrevo meus delírios em cursivo e me contento

    São finais assustadores
    São cômicos inícios e o terror vai muito além do que nas telas da TV
    Mesmo vendo graça na tragédia
    Ainda encontro tempo pra pensar em você

    Como amaranto, que se encosta em meu jardim
    Disserto livros de momento
    Que é só no pensamento que eu vou ter você só pra mim

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    E é com pesar que digo
    Ninguém disse que seria bom
    Então vamos ao início do resquício sem errar o tom

    Eu sempre disse sem pestanejar, que você é dona do meu pensamento
    É quase um sofrimento não pensar em você por um momento
    Na loucura desse sentimento
    Eu sei que eu deveria tentar
    Mas não vai haver reciprocidade
    E o que vai rolar é que eu vou ficar de longe sem dizer a verdade
    Só pra manter a minha sanidade

    As ruas da cidade contam
    Histórias muito fáceis de esquecer
    Não foi à toa que em uma delas
    Eu encontrei você
    Num canto com seus devaneios e receios de sentir
    E é por isso que eu recito esses versos, que só fazem sentido pra mim

    E é com pesar que digo
    Ninguém disse que seria bom
    Então vamos ao início do resquício sem errar o tom

    Eu sempre disse sem pestanejar
    Que você é dona do meu pensamento
    É quase um sofrimento não pensar em você por um momento
    Na loucura desse sentimento
    Eu sei que eu deveria tentar
    Mas não vai haver reciprocidade
    E o que vai rolar é que eu vou ficar de longe sem dizer a verdade
    Só pra manter a minha sanidade

    Información de la canción

    Composición: Arthur Rodrigues, Alvaro Lima Freitas Neto, Gabriel Luna Almeida y Marcus Mauricio Santana Sousa

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