Sapatos em Copacabana

Adriana Deffenti

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    Escreverei os meus sapatos na tua idéia
    Escreverei os meus sapatos na tua postura
    Escreverei os meus sapatos na tua cara
    Escreverei os meus sapatos no teu verbo
    Escreverei os meus sapatos nos teus copacabana)

    Caminharei os meus sapatos em copacabana
    Atrás de livro algum pra ler no fim de semana
    Exercitar aquela velha ótica sartreana
    Vendo o maxixe falso da falsa loira falsa bacana

    O mendigo ensaia o passo lento um carro avança

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    Sei que não tenho idade
    Sei que não tenho nome
    Só minha juventude
    O que não é nada mal

    Regressarei os meus sapatos por copacabana
    Na mão direita o sangue de uma história italiana
    Escorregar um tango numa casca de banana
    Quando cair só vou lembrar da tua risada sacana

    O polícia esquece a mão suspensa um carro avança

    Sei que não tenho idade
    Sei que não tenho nome
    Só minha juventudez
    O que não é nada mal

    (as negras pupilas do verso dilatam)
    (os automóveis jorram de um piano)
    (as negras pupilas do verso dilatam)
    (os automóveis jorram de um piano)

    Información de la canción

    Composición: Vitor Ramil

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