Romã e Café

Afonso Vinicius

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    Minha avó plantou, o pé de romã, meu avô acordou bem de manhã
    Pra apanhar café maduro do pé, pra apanhar café maduro do pé

    Meu avô apanhou frutas no quintal, e pegou lá do pé com pedaço de pau
    Uma fruta madura que enfeitava o quintal, passarinho cantor, sábia e pardal

    Trança no cabelo, um dente de ouro, um pó de arroz para sua beleza ai, ai
    Era nossa alegria era sua riqueza aí como era bonita aquela violeta

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    Meu avô torrou café pro pilão
    Café que era moído e colhido com a mão
    Mão de um velho guerreiro mão de um guardião
    Mão um de um velho guerreiro mão de um folião

    Minha avó chamou para contar história
    E o cafuné ainda na memória
    Faz me lembrar dos contos da minha senhora
    Eu me lembro dos causos da minha dita senhora

    Lenha no fogão na panela feijão, um amor protetor que nos dava o pão
    Uma casinha simples, um pedaço de chão, e na sala uma voz junto ao seu violão

    Cantarola de reis ele sempre cantava junto ao seu violão que ele amava
    Canto triste e alegre a vida levava aí
    Saudade no peito e um verso cantava, sobre a fé e a vida (hahahaha)
    Senhora de aparecida

    Com Deus eu me deito
    Com Deus me levanto com as graças de Deus e do Espírito Santo

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