Eu fico louco quando me pede, menina
Pra eu cantar os novos breques
Eu já conheço essa cara
Me encara a cara, hm
Repara e para, me deixa dançando
O afeto, feito fonte, linguagem
Você vive no centro, eu moro a margem
Meu coração me assola
Decola o motorzinho, benzinho
Que eu vou trajado no meu bate-bola
Como os cactos do sertão
Maria Bonita e Lampião
Sou aquarela em tela a rabiscar
Jagunço, eu bagunço o corpo todo seu
Eu sou um fruto bruto e vulgar
Me deixa ganhar esse abraço seu
Sou aquarela em tela a rabiscar
Jagunço, eu bagunço o corpo todo seu
Eu sou um fruto bruto e vulgar
Que se acomoda nesse abrigo, abraço seu
Uma aquariana, garoto
Ou tu atura ou surta e fica louco
Eu voo pelos ares
Nos lares, mares, hm
Eu quero andar por todos lugares
Subo nos tecidos onde fico
Danço, rodo, pulo, giro, nego
Você não entende nada
Encante, cante, hm
Seja dançante como a luz na mata
Como os cactos do sertão
Maria Bonita e Lampião
Sou aquarela em tela a rabiscar
Jagunço, eu bagunço o corpo todo seu
Eu sou um fruto bruto e vulgar
Me deixa ganhar esse abraço seu
Sou aquarela em tela a rabiscar
Jagunço, eu bagunço o corpo todo seu
Eu sou um fruto bruto e vulgar
Me deixa ganhar esse abraço seu
Me deixar ganhar
Me deixar ganhar
Me deixa ganhar
Jagunço, eu bagunço
Jagunço, eu bagunço
O corpo, corpo, todo, todo, louco, louco seu
O corpo, corpo, todo, todo, louco, louco seu
Jagunço, eu bagunço, eu