Estranho Estado de Prostração

Alex Frechette

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    Embotados por mil virtudes mesquinhas
    Sem ver o gozo que é libertar-se das superstições
    Ou os contratos divinos não vem em forma de poesia automática?
    Quem entende letra cursiva torta ou entropias das formas distópicas?
    O talho e o atalho do corpo no apogeu do agouro de uma alma penada?

    Num estranho estado de prostração
    Comprei xaropes feitos de lágrimas
    De sereias dinamarquesa e fiquei
    Num estranho estado de prostração

    A exposição contínua a intempérie
    Só pode mesmo desvalorar a vida
    Ominosamente bom mesmo é ter a barriga trincada
    E um hater de estimação

    Continúa después del anuncio

    Entre o torvelinho de desejos, gemidos agônicos
    Premonição aziaga
    Não me chame para o oculto, o silvo mais que agudo
    Dessa vil caozada

    Quem viu Jesus na goiabeira
    Quem quer proteger o sistema a todo custo?
    Quem quer mudar o conjunto pra manter tudo
    Tudo igual, tudo?

    Devoto silêncio de balões de histórias em quadrinhos sem palavra dentro
    Raciocínio lógico é coisa do passado, a moda agora é o desquerido inútil
    E o pastor João continua transformando cuspe em mel, aquele nojento!

    Información de la canción

    Composición: Alex Frechette

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