Babilônia

Alexandre Ramos

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    O dia amanhece, pego a espada e o chapéu
    Índio-urubu que trás as cinzas de babel
    "A porta de Deus" queimada no fogo da babilônia, da babilônia.
    Pense em algum caminho que vai te levar à babilônia
    A vela da babilônia

    Ouço no rádio uma louca agitação
    O sonho de nabuco decifrando a distorção
    Disco voadores tentando invadir a babilônia, a babilônia.
    Ciro e seus homens destruindo o templo da babilônia
    A guerra da babilônia

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    O sol se abre nessa chuva de inverno
    Sangue no arco-íris, paraíso, fogo, inferno,
    Anjos, índios, persas e insetos invadindo a babilônia, a babilônia
    Serpentes, divindades e et's no céu da babilônia, da babilônia

    O sol se abre nessa chuva de inverno
    Sangue no arco-íris, paraíso, fogo, inferno,
    Anjos, índios, persas e insetos invadindo a babilônia, a babilônia
    Serpentes, divindades e et's no céu da babilônia, da babilônia
    Pego minha espada e corro em direção à babilônia,
    Proteger minha babilônia
    Cada um de nós tem a sua "casa babilônia"
    A sua babilônia.

    Información de la canción

    Composición: Alexandre Ramos

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