Sociedade Cavernista

Alexandre Ramos

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    Essa virtude estrangeira, me irrita sobremaneira
    Quem a teria trazido pra cá?
    Só eu permaneço na aldeia
    Vigiando a luta inteira das tribos
    Como um chefe guardião

    Sociedade cavernista
    À sua vista só um um feixe se abrirá
    Nascemos ou não dentro dela?
    Pensando que é pássaro na selva
    Descer, subir, fugir ou chegar?
    Sem pisar no chão de raiz
    Sem beber da fonte mais pura
    Sem ver a luz mais forte do seu ser

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    Sociedade cavernista
    À sua vista só um um feixe se abrirá
    A fogueira de sonhos e cores
    Rodeada de alienados
    À procura do olho de Deus na caverna
    Parados diante do tempo
    Diante do vento em movimento
    Trancado, fingindo à si mesmo pensar
    Sociedade cavernista
    À sua vista só um um feixe se abrirá.

    Información de la canción

    Composición: Alexandre Ramos

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