Vida Selvagem

Allom Pereira

  • A
  • B7
  • E
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Tono:
E B7 Vi o sol nascer na serra, num tom
E de rara beleza
B7 Clareando toda a terra enfeitando a
E natureza.
B7 Um milhão de borboletas na areia do
E riacho
B7 A rolinha apavorada que foge do
E gavião de penacho.
E B7 O maestro sabiá canta ao vivo e
E sem cachê
B7 A velocista beija-flor vem beijar a
E flor do Ipê
A B7 O arquiteto João de barro, barro
E faz seu chalé
A B7 O arquiteto João de barro, barro
E faz seu chalé
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E B7 A natureza não erra, morre a flor
E e nasce o fruto
B7 Cai a semente na terra, num
E processo absoluto
B7 Tudo é feito com amor, sem disputas
E por vantagens
A B7 Obedece ao criador, como é linda a
E vida selvagem.
A B7 Obedece ao criador, como é linda a
E vida selvagem.
E B7 Na colméia as abelhas garantem o
E monopólio do mel
B7 A acauã num vôo rasante leva a
E perigosa cascavel
B7 Na rodovia de acesso ao imenso
E formigueiro
B7 O movimento é intenso mas não
E precisa sinaleiro
E B7 Deslizando no infinito a linda
E arara amarela
B7 Sempre muito precavida sai pra
E pastar a gazela
A É a garça branca pantaneira a
B7 E rainha faceira de toda aquarela
A É a garça branca pantaneira a
B7 E rainha faceira de toda aquarela Refrão
Información de la canción

Composición: Allom Pereira

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