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    Lerê lerê lerê lerê
    Lerê lerê lerê lerê

    Acho que em minhas veias corre água cristalina
    De vez em quando acho que eu sou a própria mina
    Meu corpo às vezes queima feito o sol do meio-dia
    Não sei de onde vem um vento que sempre me esfria
    Balançando os meus cabelos, me inspirando poesia

    Acho que nesse chão eu deixo mais do que pegadas
    De vez em quando acho que eu sou a própria estrada
    Talvez eu seja a boiada ruminando no varjão
    Se eu não for o boiadeiro talvez seja o coração
    Pulsando, batendo forte nas entranhas desse chão

    Sou boiadeiro, boiada eu sou
    Sou violeiro, sou cantador
    Sou passarinho já revoei
    Não lembro os caminhos que eu já passei

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    Deve ser a minha sina te procurar
    Deve ser o meu destino não te encontrar
    Deve ser a minha sina te procurar
    Deve ser o meu destino não te encontrar

    Lerê lerê lerê lerê
    Lerê lerê lerê lerê

    Acho que nesse chão eu deixo mais do que pegadas
    De vez em quando acho que eu sou a própria estrada
    Talvez eu seja a boiada ruminando no varjão
    Se eu não for o boiadeiro talvez seja o coração
    Pulsando, batendo forte nas entranhas desse chão

    Sou boiadeiro, boiada eu sou
    Sou violeiro, sou cantador
    Sou passarinho já revoei
    Não lembro os caminhos que eu já passei

    Deve ser a minha sina te procurar
    Deve ser o meu destino não te encontrar
    Deve ser a minha sina te procurar
    Deve ser o meu destino não te encontrar

    Lerê lerê lerê lerê
    Lerê lerê lerê lerê

    Información de la canción

    Composición: Alexandre y Rick

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