Chapeu de couro

Alventino Cavalcante

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    Havia um cabra no sertão que pegava touro
    Usava calça e gibão e chapéu de couro

    Seu apelido no sertão era o chapéu de couro
    O cabra bom no sertão era o chapéu de couro
    Se havia briga no sertão era o chapéu de couro
    Quem prendia o valentão era o chapeu de couro

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    Todo valente se escondia do chapeu de couro
    Porque quando ele aparecia era um caso serio
    O cara desaparecia lá no cemitério
    Fugia homem, moço velho, mulher e menino
    O cabra que falava grosso que falava fino
    Ficava tao descontrolado que perdia o tino
    O sacristão na capelinha, batia o sino
    Pois esperava do comprido surgir um defunto
    E aparecer la dentro dela um cabra de pé junto
    Estou cantando esse rojão, se alguem nao entendeu
    Agora fique sabendo chapéu de couro sou eu
    chapéu de couro sou eu
    chapéu de couro sou eu

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