Atol

Alvo

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    Trovoadas lá no céu
    E um mar de sangue aqui no chão
    Nos jornais procuro um emprego
    Algo que me dê algum dinheiro

    Tedioso enredo, talvez um grande defeito
    Mas no atol se quebram ondas de esperança

    Pesado é nosso fardo de desilusões
    Minha obrigação renuncia à vaidade
    É... é verdade, está ficando tarde

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    Não trago mais inspiração
    Mas o dom tem o mesmo tom
    Miragens no caminho camuflam os espinhos
    Inibindo a natureza, a grande beleza
    Da poesia juvenil do Brasil

    Tudo que espero
    É um reflexo sincero
    É pisar num bom terreno
    Sem sentir o gosto do veneno

    Todo lábio invejoso tem um beijo perigoso
    Oculta a atitude, desvirtua a juventude

    Pesado limbo, fardo de desilusões
    Minha obrigação renuncia à vaidade
    É... é verdade, está ficando tarde

    Song details

    Composition: Alex Campos and Gabriel Kaled

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