Fim da Linha

Amálgama

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    Chegamos ao fim do túnel
    Chegamos ao fim da linha
    Julgado pelos erros
    Só tropeça quem caminha

    Não me resta um apelo
    Para os fatos que não se agravam
    Transformou-se em pesadelos
    Nobres sonhos que se delatam

    E o prazer agora é cólica, e o amor agora náusea

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    O teu sorriso alcoólico, teu cambalear melancólico
    Vencido pelo cansaço, pelo teu amor escasso
    Preciso de mais um tempo, preciso de mais espaço
    Eu me perco pelas estradas
    Eu me perco em meus próprios passos

    Procuro um abrigo, procuro um amparo
    Estou em perigo, estou em teus braços
    Entregue ao sono e ao cansaço
    O meu coração em alguns pedaços

    Chegamos ao fim dos tempos, chegamos tarde demais
    Condenados pelos desejos, arrancaram a minha paz
    Transformou-se em coincidência toda essa banalidade
    Aventura e inconseqüência, parte da nossa realidade.

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    Composition: Marcus Vinícius Morais

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