Fatos Consumados

Amálgama

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    Eu não tenho alívio, eu não quero afeto
    Eu não tenho fôlego, pra mais versos
    O que me afaga, o que me afeta
    Eu sempre me afogo nos regressos

    O pulso à flor da pele
    Meus olhos entram em contradição
    No creio no que vejo
    Em morte, em vida em ressurreição

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    Não me faça perder a calma
    Por tantos fatos consumados
    Não me faça cair em ciladas
    Tua boca e tua mente envenenada

    Não me faça perder a razão
    Eu procuro uma solução
    Eu te devolvo o meu delírio
    Não aceito nenhuma condição

    Eu já não te quero, eu já não te sinto
    Acolhe o teu abraço, desejo e instinto
    Eu já tentei cair, eu já tentei pular
    Eu tentei juntar as peças para te mostrar.

    Información de la canción

    Composición: Marcus Vinícius Morais

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