As Portas da Alma

Amálgama

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    Passa o dia, a noite e a vida passa sem perceber
    Passa diante dos meus olhos que eu quero te ver
    Beba a água, o vinho e agora beba por inteiro o mar
    A sorver cada gota que insiste em cair do teu olhar
    Deixa a árvore, a folha e as raízes que tanto querem crescer Deixa brotar a semente e na terra florescer
    Quebra o berço, a grade e as fronteiras por muito não agüentarão Quebra a maldade que levas dentro do coração
    Não perca a cabeça, não perca a razão
    Por viver nesse abismo chamado civilização
    O tempo passa e a história se repete
    Trocou-se a espada pelo cassetete
    São tantos jovens - ninguém é inocente
    (tantos inconseqüentes)
    E trocam a própria vida - feito delinqüentes (por entorpecentes)
    Abra os olhos, as portas da alma a abrir os porões e os portais
    Abra a janela que mostra o horizonte do teu cais
    Corra na estrada aberta, feita pelos teus próprios passos
    Corra mas não se deixe cair em alguns dos teus laços
    Contra a dor ameaças e tudo que possa obstruir
    Contra declinações que por ventura podem te concernir
    Livra a mente dos ramos e da alma tudo que lhe é inerente
    Livra-se antes o corpo dos nós dessa corrente
    Os grandes líderes guardam as verdades
    Boas palavras na boca de covardes
    Todos querem prosperar, todos querem progredir
    Todos querem ver a ponte erguida,
    Mas ninguém a quer construir
    Vamos negociar cada privilégio nacional
    Prostitutas à venda em folhas de jornal.

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    Información de la canción

    Composición: Marcus Vinícius Morais

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