Cuidei Que Tinha Morrido
Amália Rodrigues
Al pasar por el arroyo Ao passar pelo ribeiro Donde a veces me inclino Onde às vezes me debruço Me miró alguien todo el cuerpo Fitou-me alguém corpo inteiro Doblado como un sollozo Dobrado como um soluço
Pupilas negras, tan flojas Pupilas negras, tão lassas Raíces iguales a las mías Raízes iguais às minhas Mi amor, cuando me abrazas Meu amor, quando me enlaças Por ventura las adivinas Porventura as adivinhas Mi amor, cuando me abrazas Meu amor, quando me enlaças
Qué palidez en ese rostro Que palidez nesse rosto Bajo la luz de la luna Sob o lençol do luar Como quien, al ponerse el sol Tal e qual quem, ao sol posto Estuviera agonizando Estivera agonizar
Me dieron entonces por consejo Deram-me então por conselho Quitar de mí el sentido Tirar de mim o sentido Mas después, viéndome en el espejo Mas depois vendo-me ao espelho Pensé que había muerto Cuidei que tinha morrido Pensé que había muerto Cuidei que tinha morrido