Décimo Terceiro Andar

André Negromonte

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    Estava lá
    Acreditar que o que sustenta os meus sonhos
    Estava lá!

    Seguir
    Sentir que tudo foi embora
    Mas nunca desistir

    Manual de instruções
    Praticar, executar
    Mais decepções

    Lentamente corto os pulsos, derramando o sangue sobre as escadas
    Definhando, me humilhando, pisando em farpas

    Mas eu subir

    E foi no décimo terceiro andar
    Encontrei lá a janela aberta pra você me empurrar

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    Enquanto caía, vi meus sonhos numa névoa cinzenta de forma sombria
    Lentamente sobre o impacto sorrisos surgiam
    Anjo de luz expulso do paraíso
    Promessa cumprida no chão, imóvel e sem juízo

    Estava lá
    Agonizando sobre o trilho
    Onde o trem vai passar
    Estava lá!

    Sobrevivi
    Porque a morte cura tudo
    E o que sinto é só a dor por existir

    No profundo de um oceano, agora estou sem respirar
    E lá no fundo do meu mundo
    Aquela mente por alguém não vai deixar

    E eu desci

    Agora partido em lugares que não sei o que são
    Enquanto volto ao passado e revivo tudo como ilusão
    Podia ser diferente se não fosse anormal
    Ao ver um mundo com os sonhos
    Do que conto como um novo e eterno mal

    E era no décimo terceiro andar
    Fui jogado da janela onde flores estão por lá

    E agora daqui, vejo meus sonhos, apagados, sem vestígios
    E o que vive
    Lentamente sobre o impacto, sorrisos e velhos vícios

    Anjo de luz expulso do paraíso
    Promessa cumprida no chão, imóvel e sem juízo

    Li por anos
    E em mil planos
    Ideias que contrastam aos males
    E que restou, treze andares

    Información de la canción

    Composición: André Negromonte y Jefferson Viana

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