A Linha da Minha Mão
André Teixeira
- A
- B
- Bm
- C#7
- D
- E
- F#m
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Tono:
[Intro] F#m C#7F#m C#7 Aqui no povo, faz anos, na beiraF#m do rancherioC#7 Sobre um potreiro vazio se armou umF#m toldo de ciganosC#7 Eu, rapazote aragano, sem plata eF#m sem bendiçãoC#7 Estendi a minha mão pra sorte meF#m fazer planosC#7 Estendi a minha mão pra sorte meF#m fazer planosE A Depois, me fui pra campanhaC#7 F#m Onde meu pai era peãoE A E estendi a mesma mãoC#7 F#m Pro arreio que me acompanha( F#m C#7 )F#m C#7 Queimei o couro da palma a pealosF#m sem tiradorC#7 Engrossei a pele d’alma nos cabosF#m de arreadorC#7 Perdi o desenho de volta nas voltasF#m do maneadorC#7 E o M da mão canhota tironeandoF#m sentadorE A Perdi o desenho de volta na voltaC#7 F#m do maneadorE A E o M da mão canhota tironeandoC#7 F#m sentadorContinúa después del anuncioF#m C#7 Curei, das mãos, as feridasF#m Nos barros de corredorC#7 Borrei a linha da vidaD E F#m Com tinta de sangradorF#m C#7 Tirei moirão pra alambradoF#m Ferrei roda de carretaC#7 Senti o coice do aradoD E F#m E o coice de algum sotretaE Diz que a vida na campanhaD C#7 Parece cruzar mais lentaBm A Mas até moirão de AngicoC#7 F#m Um dia, o tempo arrebentaE A Mas até moirão de AngicoC#7 F#m Um dia, o tempo arrebentaB Peguei na mão do meu pai, quandoD meu velho partiuBm Vi um caminho apagando como securaF#m de rioE A espinho, barro e farpado, linhaD da vida sumiuBm Como é fácil ler a sorte de um guriF#m do rancherioE Ela pegou minha mãoD Disse: Campeiro! E sorriuBm Cigana pegou as moedasF#m Disse: Campeiro! E sumiuB Ela pegou minha mãoD Disse: Campeiro! E sorriuBm Cigana pegou as moedasF#m Disse: Campeiro! E sumiuE A Depois, me fui pra campanhaC#7 F#m Onde meu pai era peãoE A E estendi a mesma mãoC#7 F#m Pro arreio que me acompanhaE A E estendi a mesma mãoC#7 F#m Pro arreio que me acompanhaE A E estendi a mesma mãoC#7 F#m Pro arreio que me acompanha
Composición: André Teixeira y Sergio Carvalho Pereira
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