Peão de Posto e Chamarrita
André Teixeira
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Tono:
A E Venho assoviando uma coplitaA Que se desprende da minha almaE Ao trote manso, na noite calmaA Quisera eu, ser chamarritaA E Tenho uma dama que está distanteA Ficou nas casas cuidando o ninhoE Eu saltei cedo e abri caminhosA Com uma tropilha de égua por dianteA7 D/F# Rompeu o dia quando cruzeiA O passo largo do arroio fundoE O sol já vinha clareando o mundoA Que era outro quando encilheiA7 D/F# E a chamarrita do assovioA Que não me deixa andar solitoContinúa después del anuncioE Antes que eu desse o primeiro gritoA Disse: "Até a volta!"... E depois sumiuC# F#m Da estância velha, sou peão do postoC# F#m Bebo o sereno do banhadalD/F# A Que eu reconheço, por ser "mensual"E A E o que me toca, faço com gostoA E Vou levantando com a manhãzitaA Junto ao floreio que sai da goelaE Gado, rebanho e algo delaA Que eu deixe junto com a chamarritaA E No que não tenho, tenho pensadoA Se me faz falta, ou não precisoE Já que a fortuna daquele risoA Sempre me traz de chapéu tapeadoA7 D/F# E quando a lida chegar ao fimA Com a mesma copla bem assoviadaE Volto no rastro da madrugadaA E a chamarrita canta pra mimA7 D/F# Tropilha adiante, trote "chasqueiro"A Arreio frouxo, serviço prontoE Saudade dela me deixa tontoA E o que eu mais quero é chegar ligeiroC# F#m Sou peão do posto, sei que é benditaC# F#m A minha sina que tanto prezoD/F# A Aperto a cincha, pra Deus eu rezoE A E pra minha prenda, uma chamarrita