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    Que magia tem teu pito que fechado despacito te lembra tantas histórias
    Nele paras teus rodeios tapados de gado alheio e estâncias da tua memória

    Na primeira baforada rodou uma colorada no rincão da caneleira
    Correndo uma gaviona douradilha temporona que refugou na porteira
    Correndo uma gaviona douradilha temporona que refugou na porteira

    O olhar segue a fumaça que sobe feito a comparsa que tu puxas da lembrança
    De um tempo em que a lã valia e o pago inteiro vivia sempre cheio de esperança
    De um tempo em que a lã valia e o pago inteiro vivia sempre cheio de esperança

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    Quantos campeiros recorda indiada buena de corda e ginetaça que era
    Estâncias nome de santa que dão um nó na garganta porque viraram taperas

    Teu cigarro companheiro tem algo de parelheiro a cancha diminuindo
    Cruzaste um lote de anos contando causos e planos e o teu pito está se indo
    Cruzaste um lote de anos contando causos e planos e o teu pito está se indo

    Co’esta brasita entre os dedos reculutas os recuerdos do tempo das tuas andanças
    E entre ilusões e verdades ficam cinzas de saudade do pito das tuas lembranças
    Co’esta brasita entre os dedos reculutas os recuerdos do tempo das tuas andanças
    E entre ilusões e verdades ficam cinzas de saudade do pito das tuas lembranças
    E entre ilusões e verdades ficam cinzas de saudade do pito das tuas lembranças
    Do pito das tuas lembranças
    Do pito das tuas lembranças

    Información de la canción

    Composición: Andre Teixeira

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