A Deusa da Minha Rua

António Zambujo

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    A deusa da minha rua
    Tem os olhos onde a lua
    Costuma se embriagar
    Nos seus olhos eu suponho
    Que o sol, num dourado sonho
    Vai claridade buscar

    Minha rua não tem graça
    Mas quando por ela passa
    Seu vulto que me seduz
    Ah ruazinha modesta
    É uma paisagem de festa
    É uma cascata de luz

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    Na rua uma poça d'água
    Espelho da minha mágoa
    Transporta o céu
    Para o chão
    Tal qual o chão de minha vida
    Minh'alma comovida
    E o meu pobre coração

    Espelho da minha mágoa
    Meus olhos
    São poças d'água
    Sonhando com seu olhar
    Ela é tão rica e eu tão pobre
    Eu sou plebeu
    E ela é nobre
    Não vale a pena sonhar

    Información de la canción

    Composición: Jorge Faraj y Newton Teixeira

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