Relutância

AP22

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    Meu senhor lhe nego minha obediência
    A minha goela tá tapada com um nó
    Dá dó de ver o povo nessa relutância
    E o senhor na abundância com a pança bem maior

    Meu senhor lhe nego minha obediência
    Vossa excelência nem parece que tem dó
    Milhões de corpos padecendo na invernada
    Quando junta o frio e a fome
    Até estátua sente dor

    Eu vi cair, aniquilado um combatente
    Que tinha a frente a fome como inimiga
    Seu corpo agora permanece ali calado
    Com os bolsos revirados e aparência bem sofrida

    A roda da voltas ao opressor
    Quando o povo se unir nóis vai cobrar
    A roda da voltas ao opressor
    Quando o povo se unir nóis vai cobrar

    O seu não
    Não me limita mais
    Eu vou seguir Lutando

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    O seu não
    Não me limita mais
    Eu vou seguir Lutando

    Se a verdade um dia se sobrepõe
    Com tanta violência na cidade
    O senhor ainda tem coragem de dizer que se dispõe

    Meu senhor pense na nossa penitência
    Ver as senhoras ajoelhadas a rezar
    Olhando os quadros relembrando da infância
    Depois chora na esperança do seu filho retornar

    Me diz senhor o que há em vossa consciência
    Tenha talvez um pouco mais de compaixão
    O povo vive pegando metrô lotado
    E o senhor alimentando-as com muita ilusão

    A roda da voltas ao opressor
    Quando o povo se unir nóis vai cobrar
    A roda da voltas ao opressor
    Quando o povo se unir nóis vai cobrar

    O seu não
    Não me limita mais
    Eu vou seguir Lutando
    Eu vou seguir Lutando

    O seu não
    Não me limita mais
    Eu vou seguir Lutando
    Eu vou seguir Lutando

    O seu não
    Não me limita mais
    Eu vou seguir Lutando
    Eu vou seguir Lutando

    O seu não
    Não me limita mais
    Eu vou seguir Lutando
    Eu vou seguir Lutando

    Información de la canción

    Composición: Gaby Pantosi, Richard Ribeiro y Athina Marsura

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