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    Clara, abre o pano do passado, tira a preta do cerrado, põe rei congo no congá.
    Anda, canta um samba verdadeiro, faz o que mandou o mineiro, oh! mineira.

    Samba que samba no bole que bole,
    Oi, morena do balaio mole,
    Se embala do som dos tantãs.
    Quebra no balacochê do cavaco
    E rebola no balacubaco;
    Se embola nos balagandãs.
    Mexe no meio que eu sambo do lado.
    Vem naquele bamboleado
    Que eu também sou bam, bam, bam.

    Vai, cai no samba cai
    E o samba vai até de manhã.
    Vai cai no samba cai
    E o samba vai até de manhã.
    Ô saravá mineira guerreira
    Que é filha de ogum com iansã.

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    Samba que samba no bole que bole,
    Oi, morena do balaio mole,
    Se embala do som dos tantãs.
    Quebra no balacochê do cavaco
    E rebola no balacubaco;
    Se embola nos balagandãs.
    Mexe no meio que eu sambo do lado.
    Vem naquele bamboleado
    Que eu também sou bam, bam, bam.

    Vai, cai no samba cai
    E o samba vai até de manhã.
    Vai cai no samba cai
    E o samba vai até de manhã.
    Ô saravá mineira guerreira
    Que é filha de ogum com iansã.

    Obrigado joão!

    Información de la canción

    Composición: João Nogueira

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