Caseiro
Arthur Mattos
- Am
- C
- Dm
- F
- G
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Tono:
C Meu lado esquerdo ressoaG Por quem é braço direitoF G E sombra de quatro patasC Que até nem vejo defeitoAm Confesso que a gratidãoDm Na hora que fui buscá-loG Foi pela intenção do amigoC G Nem tando pelo regaloC Te falo em bueno de ouvidoG Este cusco que relatoF Pra desfazer um refugoG C Ao tirar touro do matoAm Me lembro de uma cruzadaDm Com tropa num passo cheioG No aperto, ficamo' os doisC G Por cima do mesmo arreioC Já não atende um chamadoG Nem vai além da porteiraF Faz um costado pra encilharG C Cuidando a sua maneiraAm Aquerenciou-se na estânciaDm À espera de um tropéuContinúa después del anuncioG Seria o vão do galpãoC G Alguma porta pra o céuC Já não atende um chamadoG Nem vai além da porteiraF Faz um costado pra encilharG C Cuidando a sua maneiraAm Aquerenciou-se na estânciaDm À espera de um tropéuG Seria o vão do galpãoC Alguma porta pra o céuC Somente se vai pro campoG No sangue de algum herdeiroF Toureando o ciclo que a vidaG C Reserva pra o OvelheiroAm Se na mangueira é escolaDm Pra duetar com os seusG No rancho, se faz cavaloC G Pra montaria dos meusC Quando eu apeio nas casa'G O olhar, comigo, se agachaF Bordando luas com gostoG C E pêlos junto à bombachaAm Se agora lhe falta pataDm Não é pra campear afagosG O apreço que sai da colaC G De mão aberta, lhe pagoC Embora c'o a vista gastaG Bombeia perto a partidaF E, por caseiro, reparaG C Os dois extremos da lidaAm Vou farejando a saudadeDm Tal fosse meu descendenteG Porque será que o cachorroC Vive tão menos que a gente?C Embora c'o a vista gastaG Bombeia perto a fardidaF E, por caseiro, reparaG C Os dois extremos da lidaAm Vou farejando a saudadeDm Tal fosse meu descendenteG Porque será que o cachorroC Vive tão menos que a gente?G Porque será que o cachorroC Vive tão menos que a gente?