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    Nicácio, encomprida os loros, tantinho quarto de palmo
    Que eu vou sentar os recado' pra tratar essa fina flor
    Dar baldas pro corredor, gravando os cascos dos pingos
    Na estendida dos domingos que é vício pra um domador

    De correr vaca, Nicácio ajeita a crina da cola
    Pois até sinto demora pra ir alcançando a perna
    Vou cruzar esta primavera olfateando mais a flores
    E recordando os amores que se quedaram na espera

    Ah, há, há, há, há, me dê licença que, no más, num upa
    Sento a ossamenta
    Ah, há, há, há, há, me dê licença que, no más, a Zaina
    Já me pede riendas

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    Entre os dois pelego' preto', ajeita o pala encarnado
    Mas, o bocal bem sovado, deixa que eu ajeito nos queixo'
    Pois largo a trote direito à pulperia da vila
    Saborear umas sangrias que tanto bem faz' ao peito

    Alcança as rédea' que gosto, as fina' chata' ponchada'
    Que ganhei uma vez passada quando ajeitei um Bragado
    Vou soltar ao trote largo, franja de pala ao vento
    Vou num galope meia rédea dando asas pra meu lenço

    Ah, há, há, há, há, me dê licença que, no más, num upa
    Sento a ossamenta
    Ah, há, há, há, há, me dê licença que, no más, a Zaina
    Já me pede riendas

    Ah, há, há, há, há, me dê licença que, no más, num upa
    Sento a ossamenta
    Ah, há, há, há, há, me dê licença que, no más, a Zaina
    Já me pede riendas

    Información de la canción

    Composición: Juliano Gomes y Evair Soares Gomes

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