Velhos Olhos

Aura Mazda

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    A covardia está sempre a duvidar
    Silenciando o desejo de quem vê
    Que ainda existe um sentimento
    Tão estranho e tão distante a velhos olhos
    E tal olhar sempre fingiu não perceber
    Mas o desejo agora insiste em duvidar
    Só um motivo a mais e posso compreender
    Seu desespero, sua presença
    Se é tão difícil dividir
    Usamos força contra compaixão
    Se é tão fácil derrotar
    Aquele que lhe estende a mão
    A implorar misericórdia
    Mas velhos olhos não enxergam mais
    É sempre o mesmo, a mesma ambição
    E desespero
    Me diga agora o que consegue ver
    Das duas torres mais altas do mundo
    Diga agora se consegue ver
    As duas torres mais altas do mundo
    Se estamos longe da virtude
    Não há paz a nos reconhecer
    Se não sente a verdade
    Porque insiste em oferecer
    A sombra de uma vida humana
    Mas eu sei já não importa
    É sempre o mesmo, a mesma ambição
    E desespero
    Não!!

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    Información de la canción

    Composición: Leonardo Souza

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