Campereada

Baitaca

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    Lá na fazenda eu levanto de madrugada
    A estrela d´alva brilha sobre o horizonte
    Bato os tição que amanheceram na cinza
    Do velho angico, meu guarda fogo de ontem
    Ali no fogo enquanto a chaleira chia
    Pro meu cavalo vou preparando a ração

    E um cusco amigo deitado sobre as minhas botas
    Conto causos e anedotas que é o costume de galpão(2x)

    Recorro cerca, água da vala e restinga
    Na natureza sinto aroma silvestre
    Abro a cancela de uma invernada pra outra
    E os pés de xirca espalhados no campestre
    Posso dizer que os zóio do dono é remédio
    Na campereada que se encontra de ocasião

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    Esquenta o sol e uma ovelha imundiciada
    Que se escapou da peonada e se apresentou pro patrão(2x)

    E campereando lá na invernada do fundo
    Fiz uma armada e botei com muita certeza
    Que até foi pena as muié não tá por perto
    Pra comentá-la na cozinha essa proeza
    E aos passitos já saio arrastando o laço
    Velha lembrança dos tempos que lá se vai

    Eu tenho fé na estrela-guia do céu
    E as vezes tiro o meu chapéu lembrando meu velho pai(2x)

    De meio-dia quando desencilho o pingo
    Cevo um amargo debaixo de um sinamão
    Um bem-te-vi no lombo do meu cavalo
    Do meu passado já me traz recordação
    Recolutando lembranças que são relíquias
    Deste passado de gaudério e trovador

    Onde levei também essa campereada
    O troféu pealo e roubada nos campos lindos do amor(2x)

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