Os Costumes da Estância

Baitaca

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    Cantar de galo acorda o capataz
    Que grita no mais levante peonada
    Que eu já tô sentado na beira do fogo
    Com a chaleira quente e a cuia cevada
    Enquanto mateamo eu faço bem ligeiro
    Café campeiro pra firmá o servido
    Na panela preta tenho o revirado
    Bucho aferventado com feijão mexido

    Tendo por costume diz o peão caseiro
    Vou pegar o sogueiro e vou a tear os cavalos
    Se algum dos matungo refugar a manada
    Só por pataquada já boto-lhe um pialo
    Diz o capataz de poncho emalado
    O tempo tá nublado e pode chover
    Tirem os pelegos desabe o sombrero
    Que mesmo com chuva vamo recorrer

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    Fica um dos peão pra arrumá a portera
    Leva a cavadeira e o socador
    Quebrou os palanque a cerca tá deitada
    Na beira da estrada lá no corredor
    Leva a cachorrada vão no meu costado
    Pra tirar algum gado de dentro do mato
    Depois de reunido levo pra mangueira
    Pra curar bicheira, berne e carrapato

    Cerra a manada dê água e cuiudo
    Que um peão macanudo oréia e segura
    Enquanto um dosa outro tosa as crina
    Empareia os cascos e troca a ferradura
    Pra bagual inteiro deixa esse gateado
    Que é confirmado e vai dar marchador
    Arranca da faca e capa esse outro caco
    Porque esse não presta pra reprodutor

    Información de la canción

    Composición: Baitaca

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