Puxão de Orelha

Baitaca

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    E ao Tranco
    Dessa chamada
    Galponeira
    Eu mando um abraço
    Para os gaúchos
    Que ainda conservam
    A nossa cultura
    Xucra

    Iluminado
    Pelo meu pai soberano
    Bombacha sobrando pano
    E um chapéu, sobrando aba

    Sou Missioneiro
    Bugre xucro e oriumo
    Enquanto eu viver no mundo
    As tradições não se acaba

    Sempre pilchado
    Por mais distante que eu ande
    Vivo cantando o Rio Grande
    Pago que eu amo e respeito

    Morão de cerne
    Que nem o tempo desmonte
    Se o mundo trocar de ponta
    Eu sigo, do mesmo jeito

    Sempre pilchado
    Por mais distante que eu ande
    Vivo cantando o Rio Grande
    Pago que eu amo e respeito

    Morão de cerne
    Que nem o tempo desmonte
    Se o mundo trocar de ponta
    Eu sigo, do mesmo jeito

    Graças, ao meu pai das alturas
    Ninha xucresa se espande
    Quem não conservar, o que é nosso
    Que se mude, do Rio Grande

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    Batalho tanto
    Pra defender o que é nosso
    Acho isso, até um destroço
    O que vem acontecendo

    Muitos gaúchos
    Perderam a fibra e a raça
    E a cada dia que passa
    Vejo a cultura morrendo

    Sou um dos Taura
    Que honra, a nossa bandeira
    O meu canto é uma tronqueira
    Cerne puro, e sem falqueja

    E o que acontece
    Isso eu acho, muito feio
    E até nos nossos rodeio
    Botando show sertanejo

    Sou um dos Taura
    Que honra, a nossa bandeira
    O meu canto é uma tronqueira
    Cerne puro, e sem falqueja

    E o que acontece
    Isso eu acho, muito feio
    E até nos nossos rodeio
    Botando show sertanejo

    Muitos rodeio
    Com modas que me insulta
    Em ventaram a raia curta
    Que eu embrabeço, e engrosso

    O modernismo
    Confesso, que eu não aceito
    Se continuar desse jeito
    Vão incurtar o pai nosso

    Em homenagem
    A todos os gaúchos honrado
    Vai o meu canto aporreado
    Sem buçal e sem maneia

    Pra quem conserva
    Esse meu canto eterno
    E para os gaúchos moderno
    É mais um puxão de orelha

    Em homenagem
    A todos os gaúchos honrado
    Vai o meu canto aporreado
    Sem buçal e sem maneia

    Pra quem conserva
    Esse meu canto eterno
    E para os gaúchos moderno
    É mais um puxão de orelha

    Nosso Rio Grande, foi feito
    Pra os Taura da cepa pura
    Sou Missioneiro, e confesso
    Que eu não gosto de mistura
    E eu peço
    Pra alguns sem pátria
    Que respeite
    Nossa cultura

    Información de la canción

    Composición: Baitaca

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