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    Foste o tanto que sempre quis
    E o tanto que não quis mais
    Foste promessas bonitas
    As borboletas e os postais

    Foste o conto que não pude contar
    Escreves direito por linhas tortas e sem errar
    Foste o sonho das minhas insônias
    E quase sempre o fim das nossas histórias

    Fomos tanto que já não somos
    Somos o nada que um dia fomos
    E nada mais
    Fomos tanto que já não somos
    Somos o nada que um dia fomos
    E nada mais

    Somos dois desconhecidos que se conhecem demais
    Somos o quase ou quase nada
    E nada mais

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    Fostes o tanto que sempre quis
    E o tanto que não quis mais
    Foste promessas bonitas
    As borboletas e os postais

    Foste o conto que não pude contar
    Escreves direito por linhas tortas e sem errar
    Foste o sono das minhas insônias
    E quase sempre o fim das nossas histórias

    Fomos tanto que já não somos
    Somos o nada que um dia fomos
    E nada mais
    Fomos tanto que já não somos
    Somos o nada que um dia fomos
    E nada mais

    Somos dois desconhecidos que se conhecem demais
    Somos o quase ou quase nada
    E nada mais
    Somos dois desconhecidos que se conhecem demais
    Somos o quase ou quase nada
    E nada mais

    Somos dois desconhecidos que se conhecem demais
    Somos o quase ou quase nada
    E nada mais
    Somos dois desconhecidos que se conhecem demais
    Somos o quase ou quase nada
    E nada mais

    Song details

    Composition: Rui Poço and Mariana Azevedo

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