Supermercados da Vida

Barão Vermelho

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    Nos supermercados da vida
    Se conhece o homem e seus preços
    Baratos ou caros
    Eles vendem suas almas
    Nessa podridão
    Poesia amorfa
    Pedra que eles não querem lapidar

    Nos supermercadso da vida
    Se conhece o homem e seus preços
    Pra eles tudo é pequeno
    Em suas mãos e cabeças
    Rolam cheques e moedas
    Numa farta mesquinharia
    Sua visão é embaçada
    Muito longe se aspira a felicidade

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    Pois neles tudo é reles
    Prateleiras de mau caratismo
    Como corações congelados
    Num freezer enguiçado
    Como porcos na lama
    Passeando pelo lixo que são suas vidas
    Entre restos e restos
    Destroem o prazer de viver

    Nos supermercados da vida
    se conhece o homem e seus preços
    Baratos ou caros
    Eles vendem suas almas

    Información de la canción

    Composición: Jorge Salomao y Frejat

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