Balanço de cordas

Beatriz

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    Balanço de cordas, que vai e que vem,
    Quase sempre acaba derrubando alguém
    Balanço da vida, firmeza não tem
    Os sonhos são feitos de cordas também
    Armei meu balanço, talvez muito cedo
    Balancei bem alto e não tive medo
    O tempo na queda contou - me o segredo
    E a felicidade é tbm de brinquedo

    Balança, balança criança contente
    E o tempo inclemente não poupa ninguém
    Contrario da infância jamais esquecida
    Balanço da vida só vai e não vem

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    Os sonhos mais belos, que um dia sonhei.
    Comparo aos balanços de cordas que armei
    Perdidos no tempo, bem longe deixei.
    Tbm o que é feito dos sonhos não sei
    Mamãe proibiu - me na infância vivida
    Me fazer balanços, pra evitar caída
    Mais ela se foi e eu fiquei sem saída
    E armei meus balanços nos galhos da vida.

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