Desencanto é um grande amor
Não deu pra acreditar
É que, o total de uma paixão
Que deixou sua tristeza no fundo do olhar
Foi ilusão, foi sedução, veneno
Só pra enfeitiçar, amarelar
Tudo o que eu queria minha musa era você
A dor cruel, veneno no espinho
Dói na cálida na cara
Não dá pra entender
Destemperou, me engambelou
E o vento que levou meu sonho
Não vai voltar
Saudade vai me torturar
Nas ruas, nos becos, guetos de qualquer lugar
Vou pegar o meu corpo
Encorar noutro corpo
Meu barco não pode parar
Vai ser difícil de esquecer
Foi tanto amor pra eu te querer
Araruta, o santo sempre ajuda
Uma reza, uma prece pode até resolver
A vida é um jogo
E a gente precisa aprender
As tramas, as manhas pra poder sobreviver
Se possível ganhar, empatar e não perder
Mudar, blefar, virar o jogo (se possível não fazer de novo)
Mudar, blefar, driblar, virar o jogo (se possível não fazer de novo)
Mudar, blefar, virar o jogo (se possível não fazer de novo)
Driblar, mudar, virar o jogo (se possível não fazer de novo)
Saudade vai me torturar
Nas ruas, nos becos, guetos de qualquer lugar
Vou pegar o meu corpo
Encorar noutro corpo
Meu barco não pode parar
Vai ser difícil de esquecer
Foi tanto amor pra eu te querer
Araruta, o santo sempre ajuda
Uma reza, uma prece pode até resolver
A vida é um jogo
E a gente precisa aprender
As tramas, as manhas pra poder sobreviver
Se possível ganhar, empatar e não perder
Mudar, blefar, virar o jogo (se possível não fazer de novo)
Mudar, blefar, driblar, mudar o jogo (se possível não fazer de novo)
Mudar, blefar, virar o jogo (se possível não fazer de novo)
Blefar, mudar, virar o jogo (se possível não fazer de novo)