Águas de Março
Belchior
- A
- A7
- D
- D7
- G
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Tono:
D D7 G É pau, é pedra, é o fim do caminhoA A7 É um resto de toco, é um poucoD sozinhoD7 É um caco de vidro, é a vida, é oG solA A7 É a noite, é a morte, é um laço, éD o anzolD7 G É peroba do campo, o nó da madeiraA D Caingá, candeia, é Matinta PereraD7 É madeira de vento, tombo daG ribanceiraA É o mistério profundo, é o queiraD ou não queiraD7 É o vento ventando, é o fim daG ladeiraA D É a viga, é o vão, festa da cumeeiraD7 É a chuva chovendo, é conversaG ribeiraA Das águas de março, é o fim daD canseiraD7 É o pé, é o chão, é a marchaG estradeiraA7 Passarinho na mão, pedra deD atiradeiraD7 G É uma ave no céu, é uma ave no chãoA7 É um regato, é uma fonte, é umD pedaço de pãoD7 É o fundo do poço, é o fim doG caminhoContinúa después del anuncioA7 No rosto o desgosto, é um poucoD sozinhoD7 É um estrepe, é um prego, é umaG ponta, é um pontoA7 É um pingo pingando, é uma conta, éD um contoD7 É um peixe, é um gesto, é uma prataG brilhandoA7 D É a luz da manhã,é o tijolo chegandoD7 É a lenha, é o dia, é o fim daG picadaA7 É a garrafa de cana, o estilhaço naD estradaD7 É o projeto da casa, é o corpo naG camaA7 É o carro enguiçado, é a lama, é aD lamaD7 É um passo, é uma ponte, é um sapo,G é uma rãA7 D É um resto de mato,na luz da manhãD São as águas de março fechando oG verãoA D É a promessa de vida no teu coraçãoD7 G É pau, é pedra, é o fim do caminhoA7 É um resto de toco, é um poucoD sozinhoD7 É uma cobra, é um pauG É João, é JoséA7 É um espinho na mãoD É um corte no pé São as águas de março fechando oG verãoA D É a promessa de vida no teu coraçãoD7 G É pau, é pedra, é o fim do caminhoA7 É um resto de toco, é um poucoD sozinhoD7 É um passo, é uma ponte, é um sapo,G é uma rãA7 É um belo horizonte, é uma febreD terçãD7 São as águas de março fechando oG verãoA7 D É a promessa de vida no teu coraçãoD7 G É pau, é pedra, é o fim do caminhoA7 É um resto de toco, é um poucoD sozinhoG É pau, é pedra, é o fim do caminhoA É um resto de toco, é um poucoD sozinho É pau, é pedra