Louvor Em Meio À Luta

Berit

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    O vento me alcançou
    A noite era sem cor
    Meu barco se perdeu no mar de tanta dor
    Foi ali, no limite, sem ter para onde ir
    Eu te chamei da escuridão: Vem me acudir!

    Meu louvor é a arma que estremece o chão!
    A chave que destrava o portão da prisão!
    Eu te adoro no vale, com a voz embargada
    Pois sei que a tua glória já venceu a jornada
    Cadeias caem, muralhas vão ao pó!
    Pois venço contigo, não luto mais só!

    A voz que me acalmou rasgou o meu silêncio
    Me deu um novo som, mudou minha essência
    A luta não parou, mas o medo, sim, cessou
    Meu chão foi refeito, meu louvor brotou
    Meu louvor não para! Meu louvor não para!

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    Meu louvor é a arma que estremece o chão!
    A chave que destrava o portão da prisão!
    Eu te adoro no vale, com a voz embargada
    Pois sei que a tua glória já venceu a jornada
    Cadeias caem, muralhas vão ao pó!
    Pois venço contigo, não luto mais só!

    Não é pelo que vai, nem pelo que ficou
    Meu louvor não depende do que o mundo me tirou
    É pela tua presença que não se ausenta jamais
    És o alfa e o ômega, a paz que me refaz
    Meu louvor não para! Meu louvor não para!

    Meu louvor é a arma que estremece o chão!
    A chave que destrava o portão da prisão!
    Eu te adoro no vale, com a voz embargada
    Pois sei que a tua glória já venceu a jornada
    Cadeias caem, muralhas vão ao pó!
    Pois venço contigo, não luto mais só!

    Meu louvor é a arma que estremece o chão!
    A chave que destrava o portão da prisão!
    Eu te adoro no vale, com a voz embargada
    Pois sei que a tua glória já venceu a jornada
    Cadeias caem, muralhas vão ao pó!
    Pois venço contigo, não luto mais só!

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