Puxou meu Verso

Bloco Qu4tro

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    MG:
    Psicótico, louco, neurótico, solto, caótico, doido
    Me chamam sempre assim
    Tatuagem no corpo, o mundo que é louco
    Me adapto a ele pra caminhar até o fim!

    Pá pra falar tem o monte de Ti
    Pá pra andar contigo tem alguns, pra destruir tem milhares
    Hoje quem cai são os comuns!
    Pá pá ouço tiros no escuro, a luz vem no fundo
    Senhor, ilumina essa terra

    Há ambição pela paz, há é o que causa a guerra
    É 1 por 1 nessa terra, é o que corrói, igual cachorro raivoso quando pega cadela destrói
    Cuidado com boy, te iludi menina
    Te joga no carro, te mata na esquina
    Mundo dos mortos vivos, onde ninguém tem mais medo de perde a vida
    Cuidado com a mina, menino
    Ela que te rouba, ela que é a ladra
    Mundo de todos, todos aqueles que não ligam pra nada

    Vou, vou sair daqui, vou fugir
    Tô ficando louco, louco por viver aqui

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    Rúrik:
    Confesso, louco, me puxou meu verso
    Início refeito com o fim do resto
    Me odeie, sei, que o amor falso eu detesto
    Não brinco, não testo, eu vingo, protesto

    Yure:
    Um cérebro eterno, dois doentes sem médico
    Em frente se encontra o que tira do tédio
    Sobe pela ponta, a "temen" já ta pronta
    Papo reto na lata pra virar remédio

    Rurik:
    Mundo de mente quadrada, com vista embraçada
    Num entende, num julga as parada, joguinho da jogada
    Ligando pra tanto, só tantos que liga pra nada
    Assim como eu, explanei, espalhou fudeu, já deu
    Diz que o bonde cansou, parou, explanou que a B4 acabou por que um deles morreu

    Yure:
    Mas nego num fala, explana abriu a boca? Vem drama
    Só saca, sua grana tuas pala, num engana
    Num perco meu tempo suado, sem jogar o seu jogo de novo sacado
    Se manca, já louco pra tomar essa porra de mundo escroto, cuidado
    Que as manta pode ser voltada, adianta não, enxergaram o seu lado
    Já estou ligado alem da sua ilusão

    Rúrik:
    Blim-blim de pratinha de lata, virei o jogo, viro a gata
    Num vendi o que não se vende, e num aceitei o que se paga
    Poltrona cafona com "sessão de gala", eu madruga com puta e sessão de baga
    Ta aqui, passei limpo na escrita, sente, sinta o que cita fi

    Num abro a mão pra me vender, não se compra o que nasce em você
    Nem pede se não corre pra ter, preciso, você muito mais, só que de aviso
    Caso abra num é pra receber, então tá, no rap é quem tá, tá?
    Porque só quem aguentou veio, sem trampo manso e pelo meio
    Sem puxa saco, que eu tô de saco cheio porra

    Song details

    Composition:

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