Urbano Natural

BranKobran

    Continúa después del anuncio

    Adaptado a viver debaixo de um teto, acostumado
    Fazer poesia de concreto é o meu legado
    Engolido pelas paredes
    Com fome de liberdade e de céu estrelado muita sede
    Meus sonhos são artificiais como metrópoles
    Uma das mentes mais confusas nascida em petrópolis
    Sofrendo de um mal crônico
    Quase invertendo os papéis quando eu respiro gás carbônico
    Transforme seu senso comum em senso crítico
    Não em recurso monetário o recurso hídrico
    O homem é o único ser que tem o intuito
    De tornar matéria-prima em algo não gratuito
    Eu não sei se o homem é bom ou mal por natureza
    Mas sei que até o homem bom é mal pra natureza
    Acha que a natureza mundana que mais vale é a natureza humana
    Aí que tu se engana

    Prisão sem muro não me parece surreal
    Falsa sensação de liberdade me domina
    Viver em meio a selva não me faria mal mas
    Viver na selva de concreto é minha rotina

    Naturalmente urbano
    Urbanamente natural

    Eles derrubam árvores como um ditador em um regime
    Vende pra um capitalista "costa quente" e firme
    Que produz livros que vão parar em uma vitrine
    Onde ensina que o desmatamento é crime
    É um ciclo, a cada giro mais putrefato fica
    Diferente da água, ela se purifica
    Mas nunca se modifica
    Diferente da mente humana que se questiona e se complica
    A natureza é rica
    E como ela se mantém ao terrorismo humano, ninguém explica
    É, e nem precisa
    Ela não se vende, não importa se é mastercard ou visa
    Tecnologia nenhuma é necessária
    Fomos acostumados com isso em nossa área urbana
    Erro que trás uma consequência dolorosa
    Eu queria estar preso em uma cadeia montanhosa

    Continúa después del anuncio

    Prisão sem muro não me parece surreal
    Falsa sensação de liberdade me domina
    Viver em meio a selva não me faria mal mas
    Viver na selva de concreto é minha rotina

    Naturalmente urbano
    Urbanamente natural

    O homem se afastou do meio pra poder estudá-lo
    O homem segrega o meio mas quem que vai pará-lo
    O homem odeia a si e ao mundo
    Mas fica procurando aqui no mesmo alguém para amá-lo
    Sem pensar no que ele faz, se precipita
    Usa de recursos que ele não necessita
    Não respeita as outras formas de vida
    Não somos daqui, somos visita
    Mas fica a dica

    Naturalmente urbano
    Urbanamente natural

    Viva a natureza, que beleza, viva o natural
    Viva o sol, viva o mar, viva a paisagem de qualquer local
    Viva a lua, viva a rua em seu sentido mais real
    Urbanamente criado mas de coração natural

    Información de la canción

    Composición: BranKobran

    ¿Los datos están equivocados?

    Enviar revisión