Xeque-Mate

Branquinha

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    Movi as peças na penumbra, sem errar
    Sussurros dançam pelo ar
    Você jurou que ia me dominar
    Mas o rei sempre cai no meu olhar

    Eu te avisei, o tabuleiro é meu
    Cada passo teu, já previ, já perdeu
    Entre rainhas e sombras, quem vai mandar?
    Não é sorte, é arte de reinar

    Xeque-Mate, o fim do jogo é meu
    Você caiu, e nem percebeu
    Entre sangue e ouro, brilha o véu
    Rainha viva num castelo cruel
    Xeque-Mate, e o trono é meu

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    Teu exército ruiu na escuridão
    Minhas mãos guiam a destruição
    Sorrisos falsos viram devoção
    Enquanto piso no chão do salão

    Tuas promessas, todas são veneno
    Mas eu aprendi a jogar sereno
    De joelhos, o rei vai se curvar
    No espelho, sou quem vai mandar

    Xeque-Mate, o fim do jogo é meu
    Você caiu, e nem percebeu
    Entre sangue e ouro, brilha o véu
    Rainha viva num castelo cruel
    Xeque-Mate, e o trono é meu

    Ouço o sino soar, vitória ecoar
    No campo vazio, ninguém vai lutar
    Meu nome gravado em ferro e marfim
    Rainha sombria até o fim

    Xeque-Mate, teu reinado morreu
    Meu olhar foi o golpe final teu
    Entre chamas e coroas, sou o papel
    Do destino que nunca foi teu
    Xeque-Mate, e o trono é meu

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