Peguei na Cauda do Boi

Brasas do Forró

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    Peguei na cauda do boi, na saída da porteira
    Quando eu vinha na carreira e ouvi alguém gritar
    Passe a baiana, que o boi é duro e é ligeiro
    Ele se esquiva do vaqueiro e é difícil de derrubar

    Aí sim, meu cavalo abriu
    Quando o boi caiu, valeu, valeu, valeu sim, senhor
    Aí sim, meu cavalo abriu
    Quando o boi caiu, valeu, valeu, valeu sim, senhor

    Valeu, boi na faixa do amor, na pista da paixão
    Tinha munheca pesada, mas na vaquejada eu não dou mole, não
    Valeu, boi na faixa do amor, na pista da paixão
    Tinha munheca pesada, mas na vaquejada eu não dou mole, não

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    A alegria do boi é o zero do vaqueiro
    Mas o prazer do vaqueiro é a queda do boi

    Sou nordestino, tomo banho de barreira
    Bebo água de cacimba, já corri nos tabuleiros

    Gosto de uma cabocla, na toada, no xote ou baião
    Teu aboio é quem junta a boiada solta nas caatingas, na seca do sertão
    Gosto de uma cabocla, na toada, no xote ou baião
    Teu aboio é quem junta a boiada solta nas caatingas, na seca do sertão

    Valeu, boi na faixa do amor, na pista da paixão
    Tinha munheca pesada, mas na vaquejada eu não dou mole, não
    Valeu, boi na faixa do amor, na pista da paixão
    Tinha munheca pesada, mas na vaquejada eu não dou mole, não

    A alegria do boi é o zero do vaqueiro
    Mas o prazer do vaqueiro é a queda do boi

    Información de la canción

    Composición: Luizinho de Irauçuba

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