Na Berlinda

Bravo e Meio

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    A sede é mesmo de sangue, e não adianta correr
    E nem precisa ser verdade se o discurso convence
    Se explicou demais, já dá certeza da culpa
    E se ponderou um pouco, duvidar ainda é cúmplice

    O cheiro espalha no ar
    Despertando e atiçando toda a matilha
    Escarnece, rosna e ri sem coragem de ir pra cima
    E os abutres já de olho na refeição do dia

    Nas sombras do anonimato
    E com a certeza de que
    A marreta bate sempre em quem tá sempre na vista
    Não importa se a hiena rindo faz pior todo dia
    Não importa, se ninguém nunca a colocar na mira

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    O cheiro espalha no ar
    E quem vigia e pune a quem pune e vigia?
    E cobra posturas que nunca vai ter na vida
    O mundo todo em chamas pra reinar sobre as cinzas

    E no final o pau dá só em Chico e fica tudo bem
    Mas uma hora o Chico muda
    Degrau a degrau da guilhotina sempre tem espaço pro próximo
    Robespierre arrependido
    E afinal quem vai se levantar e ter coragem
    De enfrentar a turba?
    É irracional, puro ódio pelo ódio, nada se constrói
    E tudo se deturpa

    O telefone é sem fio, meia mentira basta
    Disse me disse que me disse que disse que faça
    O papagaio reproduz e a alcateia caça
    Só acordou no inferno entre o fogo e a fumaça
    O telefone é sem fio, meia mentira basta
    Disse me disse que me disse que disse que faça
    O papagaio reproduz e a alcateia caça
    Só acordou no inferno entre o fogo e a fumaça

    Información de la canción

    Composición: Guilherme Teló, Manoel Pedro Miranda, Rodrigo Teles Neves y Bravo e meio

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