Oxalá

BRAZA

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    E pedi ajuda para Oxalá
    Consultei os astros para entender
    Lua cheia, eu me batizei no mar

    Habeas Corpus moral, apneia mental
    Imperativo espiritual
    O fogo queima, o coral corta
    Se não há risco a criatura é morta
    Só você pode se conhecer
    Seu equilíbrio, sua verdade
    Se aquele instinto é uma necessidade
    E a trindade nesse trinômio:
    Você, seus anjos e seus demônios

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    E pedi ajuda para Oxalá
    Consultei os astros para entender
    Lua cheia, eu me batizei no mar

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    O que eu estou fazendo da minha vida?

    O que eu estou fazendo da minha vida?
    Lambendo a carne viva com o dedo na ferida
    Brindando a existência e aprendendo a distinguir
    A hora de refrear, a hora de transgredir
    Chorando minhas dores, moldando meus valores
    Tacou pedra, finto a pedra. Tacou flores, voltam flores
    É uma linha tênue, é menos que um semitom
    Quando o bom não é o certo, quando o certo não é bom

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    E pedi ajuda para Oxalá
    Consultei os astros para entender
    Lua cheia, eu me batizei no mar

    Ah minha vida toda! Um ato de desapego
    Do corpo, do casamento, do parente, do emprego
    Fé é confiança, no que quer que se invista
    Tem fé o ateu, tem fé o cientista
    Me curvo humildemente ante aquilo que não sei
    Acredito no Amor, ganho o jogo no fair play
    Só não espero a providência pra encontrar a minha essência
    Pois não há um salvador que nos tire essa incumbência

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    E pedi ajuda para Oxalá
    Consultei os astros para entender
    Lua cheia, eu me batizei no mar

    Información de la canción

    Composición: Danilo Cutrim, Vitor Isensee y Nicolas Cesar

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