Ecos do Tempo

Brenda Brezze

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    No silêncio da noite ouço um som antigo
    É um chamado que vive comigo
    Sou branca na pele, mas trago no coração
    A força que vem da ancestral conexão

    Caminho entre sombras, mas levo a luz
    Herança que me guia e me conduz
    No toque do tambor, na palma da mão
    Reverencio a dor, celebro a paixão

    Ecos do tempo, vibram no ar
    Histórias que o vento não pode calar
    Sou ponte e raiz, voz que vai cantar
    No passo da vida, vou sempre honrar

    Sou feita de ontem, de agora também
    Carrego memórias que vêm de além
    No som do tambor, eu me reconheci
    Mesmo sendo branca, o eco vive em mim

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    Na pele, um traço, na alma, um mar
    Mistura de tempos a me atravessar
    Ecos do tempo, sigo a escutar
    Sou filha do mundo, nasci pra cantar

    No brilho do olhar, a memória acesa
    Sou feita de luta, de fé e de certeza
    Cada passo dado é homenagem viva
    No batuque do tempo, a alma cativa

    Não morre o canto, é raiz a pulsar
    É força que rompe, chama a brilhar
    É vida que segue, chama que arde
    Eterno mistério que nunca se esconde

    Ecos do tempo, vibram no ar
    Histórias que o vento não pode calar
    Sou ponte e raiz, voz que vai cantar
    No passo da vida, vou sempre honrar

    Sou feita de ontem, de agora também
    Carrego memórias que vêm de além
    No som do tambor, eu me reconheci
    Mesmo sendo branca, o eco vive em mim

    Na pele, um traço, na alma, um mar
    Mistura de tempos a me atravessar
    Ecos do tempo, sigo a escutar
    Sou filha do mundo, nasci pra cantar

    Información de la canción

    Composición: Mylla Souza

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