O Impostor

Brisa

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    Calma e perdão aos poetas natos
    E seus corações bem dissimulados
    Em suas mãos prontas a se abrir:

    Todas as paixões são pequenos fatos
    Que sempre serão mal aproveitados
    Em suas mãos que nunca mais vi.

    Num gesto contemplado
    Por uma grande aflição
    Eu olho descansado
    Tamanha perfeição, sem razão.

    Continúa después del anuncio

    Sou um impostor dos mais delicados
    Que sempre chorou sem ser machucado
    Por uma flor jogada no chão.

    Ela é uma cor das mais refinadas
    Que alto cantou: "eu não sou mais nada"
    E se trancou para a imensidão.

    Num gesto contemplado
    Por uma grande aflição
    Eu olho descansado
    Tamanha perfeição, sem razão.calma e perdão aos poetas natos
    E seus corações bem dissimulados
    Em suas mãos prontas a se abrir:

    Todas as paixões são pequenos fatos
    Que sempre serão mal aproveitados
    Em suas mãos que nunca mais vi.

    Num gesto contemplado
    Por uma grande aflição
    Eu olho descansado
    Tamanha perfeição, sem razão.

    Información de la canción

    Composición: Pedro y Jan-Felipe

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