Barranca do Rio

Bruna Viola

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    Quando chega o domingo, eu encilho o meu pingo que troteando sai
    Rumo as velhas barrancas e histórias tantas do Rio Uruguai
    Eu sou fronteiriço de rédea e caniço o perigo me atrai
    Sou de Uruguaiana, de mãe castelhana igual ao meu pai

    Se a terra não é minha, se a vida é mesquinha o que se há de fazer
    Mais um sonho nasceu e o rio se fez meu e nele vou descer
    Encontrar quem espera morena e sincera que é o meu bem querer
    Meu momento é aí no chão onde nasci e onde vou morrer

    Tem o verde do campo nos teus olhos
    E o feitiço maleva que é puro veneno no caminhar
    Uma noite serena adormece morena em seus cabelos
    E seu corpo bronzeado é um laço atirado a me pealar

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    Tristeza e alegria são meu dia a dia já me acostumei
    Sou de campo e de rio, faça sol, faça frio lá domingo estarei
    Barranca e fronteira, canha brasileira assim me criei
    Com carinho nos braços galopo aos meus passos e me torno um rei

    Hoje meu dia a dia só tem alegria, tristeza deixei
    Encontrei na verdade a outra metade que tanto busquei
    Barranca e fronteira, canha brasileira feliz estarei
    Com carinho nos braços da prenda, os abraços e me sinto um rei

    Tem o verde do campo nos teus olhos
    E o feitiço maleva que é puro veneno no caminhar
    Uma noite serena adormece morena em seus cabelos
    E seu corpo bronzeado é um laço atirado a me pealar

    Información de la canción

    Composición: Mazinho Quevedo

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