Elogio da Loucura

Burnier e Cartier

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    Como esconder
    E não ver que existe fim
    Pra esse caso inadiável
    Coisas que a gente tem medo
    Sem razão
    Não, não diga
    Que essas coisas não se falam
    Mas se a volúpia e o prazer
    Nos matam de rir
    O bom senso, onde fica?
    Fica num canto qualquer
    Onde se entrega a mulher
    Onde o fogo acontece
    Nunca é só o que é
    É a paixão que devora
    Pra se afogar no café
    É o sabor da cachaça
    E o suor a correr
    É a justiça, a trapaça
    E a liberdade de ser
    Eu sei

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    Quero um espírito aberto
    Bem louco, bem liberto
    Entre o céu e o chão
    Coisas que a gente tem medo de dizer
    Não, não diga
    Que essas coisas não se falam
    Amo e não grito
    Apesar da vontade, a mordaça
    Toda mudança ameaça nossa maneira de ser
    Onde o fogo acontece
    Nunca é só o que é
    É o como um bando de traças
    Sobre um retrato qualquer
    É um velho marujo
    Com saudades do cais
    São as coisas que partem
    Pra não voltar nunca mais
    Eu sei

    Información de la canción

    Composición: Octavio Burnier, Ivan Wrigg y Gustavo Strunck

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