O Caminho Eterno

C. S. Evans

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    Havia um homem com sede do Céu
    Trazia nos olhos o brilho fiel
    Mas não bastava saber a direção
    Era o modo de andar que lhe acendia o coração

    A estrada era longa, cheia de espinhos
    Com muitas vozes e muitos descaminhos
    Mas ele escolheu trazer a Verdade como bastão
    E dar um basta na escuridão
    Sendo, em cada passo, um bastião

    Pois há vitórias que ferem os justos
    E conquistas que são derrotas
    Quem honra ao Senhor
    Não pisa no atalho
    Nem abandona o caminho da cruz

    Os fins não lavam os meios
    É o passo que revela o espírito
    Quem deseja subir até o Alto
    Deve segurar nas mãos da justiça
    O Caminho é também sacrifício
    E o altar não aceita mentira

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    Vieram vozes dizendo: É teu!
    Mas ele lembrava o que o Mestre escreveu
    O Reino não é de quem toma à força
    Mas de quem serve com fé e resposta

    Negou o ouro, negou o trono
    Preferiu a Verdade ao engano
    Pois o Céu não se compra com preço terreno
    É ganho por quem trilha o Caminho eterno

    Senhor, meu fim é Teu altar
    E ouviu a voz do trovão
    Que ecoa o brilho do clarão
    Então pisa com verdade no chão
    Cada pedra será testemunha
    E Eu verei se Me trazes no coração
    E Eu verei que Me trazes no coração

    Os fins não lavam os meios
    É o passo que revela o espírito
    Quem deseja subir até o Alto
    Deve seguir no caminho da justiça
    O Caminho é também sacrifício
    E o altar não aceita mentira

    Chegou, enfim, sem glória de homem
    Mas com a Luz pulsando no coração
    E o Alto, que só recebe o puro
    Acendeu-lhe em um novo clarão

    Información de la canción

    Composición: C. S. Evans

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