Lenda do Cangaço

Café Plural

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    Lembra o ontem, enxerga longe
    Percebe, quanto tempo já passou
    E se vendo barco, solto aderiva
    Fugindo de onde havia dor
    Na saga nordestina, a vida Severina
    Mesmo com sede, não largam do sertão
    E não cruzam os braços, feridos ou cansados
    O sal na face dos filhos deste chão

    Foi no cangaço que o bravo virou lenda
    Enlouquece lembra a sena alguém reza uma novena
    Que a vingança sega os olhos e a saliva falta a boca
    Correndo como um louco com o sangue fez justiça
    Nas cruzadas da caatinga, da caatinga

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    De tantos atos escritos e manchados
    Quem salva a pele a vinda de um amor
    Por que no caminho não tem que ser sozinho
    E fez da bela, rainha do sertão

    Se fez devoto do meu padinho Ciço
    Separado de corisco, não contava com a sorte
    A noticia da sua morte, na escada uma bandeja
    não morria a história que fez
    Foi no cangaço que o bravo virou lenda
    Enlouquece lembra a sena alguém reza uma novena
    Que a vingança sega os olhos e a saliva falta a boca
    Correndo como um louco com o sangue fez justiça
    Nas cruzadas da caatinga, da caatinga

    Información de la canción

    Composición: Tiago Henrique y Rodrigo Fernandez

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