Cocoa

CAIM

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    Valsa baiana de dramas, estradas que dizem da vida cigana
    Poitar da vila daquele lugar, que de sereno foi-se do luxo ao foice
    Enforcar mortos e prontos pra contra-atacar, cactos, relatos, relapsos de lá.
    Vassalos e suseranos, pensados enganos reinando o poder do cacau
    Segredos alveolados, piratas de longe a invejar o matagal
    Da corte cacaulistina brota a nobreza nordestina

    Cocoa no pau de arara, aiá
    Sob o suor da negrura
    Luxemburguês sem candura
    Luxuriando a negrada, aiá

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    Fardos nos lombos cansados, tão coisificados nas graças da ostentação
    Altivez sobrepujada, que contrariada pela fome a bater no portão
    Otimizando o operário a ser um patrono agrário.
    Extirpada a temperança, instiga a lembrança das castas de todo o lugar
    Riqueza nunca alcançada por toda a negrada que faz produzir o roçar
    Alucinógena vida, entorpecente ferida

    Cocoa, fausto mortífero
    Curando a dor na liamba
    Sagrada cacau nobreza
    Minguando a toda desgraça, aiá.

    Sobre o chão marcas de lá
    Casa-grande desmoronar
    Cofres pujantes a se bater
    No errante ter ou não ter.
    Sob a mais nova subcondição
    Inconformados ex-barãos
    Suicidas de Ipiaú
    Vidas já enterradas sem virtú
    Epitáfios diferentes dos congênitos

    Información de la canción

    Composición: Marcus Marinho y Achiles Neto

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