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    (Gepê, fé)
    A pedra envenenou meu mano, isso foi muito forte
    Depois disso não me iludi com fama ou camarote
    Só com as garrafas quente que eles lembram o seu nome
    Foi coisas que eu aprendi nessa maré gigante

    Que te joga pro alto
    Te faz sentir ileso
    Depois te abandona e você já não é mais o mesmo
    Talvez eu seja tudo aquilo do que eu tenha medo
    Minha aproximação me afoga nesse mar vermelho

    Não tenho fugas: Mas planos eu faço desde cedo
    E se eles tão fora dessa, então eu tô bem no meio
    Veio ódio nessa remessa de máximo respeito
    É lote 07 o pródigo filho de um preto

    Passo carregado, tô pesado, você sente a fúria
    Indigestão de amargura me faz cuspir as bruta
    Hã, os mulatalk tão andando em turma
    Meu jeans bordado e minha nine, tipo, qual a sua?
    Passo carregado, tô pesado, você sente a fúria
    Indigestão de amargura me faz cuspir as bruta
    Hã, os mulatalk tão andando em turma
    Meu jeans bordado e minha nine, tipo, qual a sua?

    Aquele irmão tinha fugir daquela opressão
    Mas não se sentia tão forte
    Entre choros e gritos
    Milhares de responsas
    Dentro de casa
    O amor
    Era a única razão
    De ainda estarem firmes

    Livre de todas amarras
    Só que algumas ainda nos perseguem
    Ter um casa no lago
    É meu luxo
    Mó laço
    Se sentir um refém

    As peças do quebra cabeça
    Não se encaixaram
    As nuvens hoje não choraram
    Mas ouvi Iriam dizendo
    Amém, amém

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    Primeiro a si
    Depois os outros
    Tirei o pé do chão
    Sai do ponto morto
    Reforcei minha fé
    Aterrorizei meus monstros
    Li um livro antigo
    Me eduquei de novo

    MTREMM não
    Sempre o Matheus
    Pra sempre um menino
    Meu pequeno orpheu

    Hoje as contas batem
    Eu enxergo a arte como utopia
    Sem mais
    Ruas vazias
    Posso até me isolar
    Mas na multidão eu me encontro

    Ninguém aqui nasce tão pronto
    Subverter
    É se virar

    Amém amem
    Sem depender do estado
    Amém amem
    Amem uns aos outros

    Sinta suas emoções como se fosse seu sangue correndo nas suas correntes sanguíneas
    Como se fosse um pedaço de você

    (G, young)
    Herdeiro dessa porra, piso na porta
    Sou obrigado a demonstrar habilidade na troca
    Seguir sozinho apavora, bola de neve que se torna, mágoa da vida joga fora, viver o agora revigora
    Yey, mas me diga quando eu vou tá por cima?
    Derrubo todos dessa porra e o vazio domina

    A minha mente me interna no hospício da vida
    E o rap é meu remédio, doses pra seguir na linha

    Que é só os di raça na visão
    No frio
    O que aquece é o balão
    Geral em casa sofre sozinho
    Mas na rua se diz durão
    Quantos que duraram?
    Se manteram?
    Quantos durarão?
    Seguindo o mesmo caminho
    Dos que não teve direção

    Engolindo o choro no trabalho
    Sem forças pra gritar
    Família pra sustentar
    E vários limites pra romper
    Questionamento na veia
    Tipo chave de cadeia
    Não concorda
    Não assina
    E também não abaixa a cabeça pra ninguém

    Amém amem
    Sem depender do estado
    Amém amem
    Amem uns aos outros

    Passo carregado, tô pesado, você sente a fúria
    Indigestão de amargura me faz cuspir as bruta
    Hã, os mulatalk tão andando em turma
    Meu jeans bordado e minha nine, tipo, qual a sua?

    Información de la canción

    Composición: Leonardo Melo y Matheus Viçoso

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